Postagens

Mostrando postagens com o rótulo informativo
Imagem
O ABRAÇO Estudos têm revelado que a necessidade de ser tocado é inata no homem. O contato nos deixa confortáveis e em paz. O Dr. Harold Voth, psiquiatra da Universidade de Kansas, disse: "o abraço é o melhor tratamento para a depressão." Objetivamente, ele faz com que o sistema imunológico do organismo seja ativado. Abraçar traz nova vida para um corpo cansado e faz com que você se sinta mais jovem e mais vibrante. No lar, um abraço todos os dias reforça os relacionamentos e reduzirá significativamente os atritos. Helen Colton reforça esse pensamento "quando a pessoa é tocada a quantidade de hemoglobina no sangue aumenta significativamente. Hemoglobina é a parte do sangue que leva o suprimento vital de oxigênio para todos os órgãos do corpo, incluindo coração e cérebro. O aumento da hemoglobina ativa todo o corpo, auxilia a prevenir doenças e acelera a recuperação do organismo, no caso de alguma enfermidade." É interessante notar que reservamos nossos abraços para o...

O que o luto pode nos ensinar

Imagem
Bel Cesar   Aprendendo a conviver com a perda Sensação de estar caindo no vácuo: um espaço vazio, desconhecido e silencioso. São sentimentos que surgem quando recebemos a notícia do falecimento de uma pessoa importante em nossa vida. Nosso corpo sente-se como se tivesse também tido uma falência. Não entendemos ao certo o que estamos sentindo, ficamos atordoados, fora do tempo. Sabemos apenas que algo grave e denso ocorreu. À medida que nos recuperamos deste choque inicial, enfrentamos a realidade da perda: o que e onde mudou. A ausência da pessoa que se foi evidencia como estávamos nos apoiando nela em certos aspectos de nossa vida. O luto torna-se, então, um período de conscientização da necessidade de recuperarmos nossa própria capacidade de auto-sustentação. Em algumas áreas de nossa vida, será a primeira vez que estaremos aprendendo a ser autônomos! Sentimo-nos como um jogo de quebra-cabeças que foi desmontado e remexido. Ao tentarmos unir as peças que estavam separadas uma...

Estresse Pós Traumático – Cyro Masci

Imagem
O SOBREVIVENTE Sobreviver a uma catástrofe é uma das coisas mais difíceis que se pode imaginar. Há muitos anos, situações de desespero eram mais comuns, e muitas famílias optavam por ter muitos filhos, porque a chance de que alguns deles viessem a morrer era alta. Epidemias devastavam cidades, as guerras eram frequentes, e episódios de violência mais comuns. A vida enfim era um esperado vale de lágrimas. Atualmente a coisa mudou. Não é incomum que uma pessoa atravesse a vida inteira sem enfrentar uma tragédia. Não se trata do fato de que problemas e crises deixaram de acontecer. Eles acontecem, como a perda do emprego, a dificuldade financeira, algumas doenças em família, familiares idosos que falecem. Mas lá pelas tantas algumas pessoas são submetidas a uma experiência  excepcionalmente ruim, como a perda inexplicável de um filho, ser vítima de um incêndio, estupro ou sequestro. Para algumas pessoas episódios como a perda de emprego, ser espancado ou preso, ou mesmo um processo j...

A noção da criança sobre a morte

Imagem
O que a criança pensa sobre a morte? Será que ela se preocupa com isso? Quanto à noção da criança sobre a morte, algumas interpretações são articuladas com sua idade cronológica. Não podemos determinar exatamente a idade, porque algumas crianças têm maturidade cognitiva e afetiva mais precoce. A criança é um ser em desenvolvimento. Na primeira infância, ela possui representações mentais no mundo.Sua imaginação evolui surgindo os pensamentos mágicos, como, a pessoa não está mais ali, mas voltará, como outros que saem e voltam. Ainda na primeira infância, aos 2 anos de idade, o conceito de abstrato não é apreendido, mas a criança percebe a alteração emocional dos adultos com quem convive e, pelo processo imaginativo, começa a buscar suas formas de compreender por que a pessoa não está mais ali. Entre 3 e 5 anos de idade, a criança começa a ser desafiada pelo mundo social. Frente à situação relacionada à morte, a criança faz uma associação da separação da morte com um sono prolongado. ...

ALGUMAS DICAS PARA VIVENCIAR O LUTO

Imagem
A EXPERIÊNCIA DO LUTO OU PESAR: Pessoas enlutadas normalmente têm duas escolhas: elas podem evitar a dor e todos os outros sentimentos e emoções associadas com a  sua perda e continuarem esperando esquecer. Esta é uma escolha de risco, uma vez que a experiência mostra que o luto, quando ignorado, continua a causar dor e sofrimento. A outra escolha é reconhecer o pesar ou o luto, e procurar cura e crescimento. Ultrapassar a perda ou o luto é um trabalho duro e lento. Para que possa haver crescimento é essencial permitir-se sentir a todas as emoções que surgirem, tão dolorosas quanto possa ser, e tratar a si mesmo com paciência e bondade. SINTA A DOR Não resista a dor, porque o pesar é uma dor que voltará mais tarde se for ignorada. FALE SOBRE AS SUAS TRISTEZAS Ache um tempo para buscar conforto com os amigos que o ouvirão e deixe-os saber que você precisa falar sobre a sua perda. PERDOE A SI MESMO Perdoe a si mesmo por todas as coisas que você acredita que deveria ter fei...