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JANAINA FIDALGO

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Trecho da matéria da Folha Online ... A morte é a única coisa certa na nossa vida, no entanto ninguém está preparado para ela", diz a professora Juliana Araújo, 25, num misto de mágoa e revolta pela morte da mãe, ocorrida há quatro meses. Mas é possível preparar-se para a morte dos outros ou para a própria morte? Para Bel Cesar, psicóloga e estudiosa do processo da morte segundo o budismo tibetano e que faz atendimento de pacientes que enfrentam o processo da morte, "não se separa o preparo da vida do preparo da morte.   Viver as mudanças de uma maneira positiva, com auto-responsabilidade, automoralidade, já é o seu preparo para lidar com a sua morte e com a dos outros",diz. A psicóloga e coordenadora do Lelu (Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto), Maria Helena Pereira Franco, também defende o entendimento e a assimilação de pequenas "mortes" vividas diariamente por todos como uma forma de preparação. Um projeto que não deu certo, o emprego...

PRECE DA MATURIDADE

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Pai, agora que não estou mais no tempo de alimentar ilusões, aguça meus sentidos para que eu perceba a beleza das realizações. Agora que as opções foram feitas e tantas portas se fecharam em definitivo, dá-me aceitação para que as renúncias não sejam um fardo pesado demais. Agora que a soma dos erros derrubou os jovens da onipotência, não me tires a pretensão de continuar tentando acertar. Agora que tantos desenganos, tantas incompreensões, repetiram lições de ceticismo, conserva minha boa fé e minha disponibilidade frente às criaturas. Agora que as forças de meu corpo começam a falhar, alerta meu espírito; livra-me do comodismo, redobra minha vontade. Agora que já aprendi a precariedade de todas as coisas, as limitações de todas as lutas, as proporções de nossa pequenez, afasta-me do desânimo. Agora que já alcancei o ponto de perspectiva que me dá a exata visão do pouco que sei, livra-me da defesa fácil de colocar viseiras e ajuda-me a envelhecer com a abertura dos corajosos, dos qu...

Finados

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Falecidos, passados,                                                                  Esquecidos, finados, Poeira do tempo que o vento levou, Sentimentos, alentos, Uma vida, uma história, A chama de um fogo que já se apagou, O final de um início, Um tombo, um tropeço, Ou, quem sabe, até um novo começo, Um feriado cristão, Uma vida em vão, Momentos que vem e,  por certo, se vão, Uma simples lembrança, Um fio de esperança Na crença de quem ainda está aqui, E assim vivemos, Lembramos, sofremos, Até nosso momento de também partir... André Sesti Diefenbach (Porto Alegre-RS)

A dor da perda

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Não existem palavras, línguas, gestos ou mesmo pensamentos que possam expressar a dor da perda. Ela é tão profundamente dolorida e fere a alma com esmero desmedido, cortando lenta e dolorosamente com o lado cego da faca.
 A dor é fenomenal, incrívelmente dor, extraordinariamente dor, fatalmente dor. É dor, dor, dor, somente dor. E não cede, não acalma, não dá trégua. E a alma se contorce, revolve, chora, berra e geme em lamentos surdos, que tomam o corpo, que fazem cambalear e entontecer o espírito.
 A dor da perda não tem som, não tem voz, e invade o âmago do ser silenciosa e cruelmente fazendo doer e adoecer o corpo. Massacra a alma a tal ponto de tudo ao redor perder o sentido. Tudo. Tudo perder o sentido e o brilho da vida.
Os olhos olham mas nada vêem, os ouvidos ouvem sem nada ouvir, os braços caem sem sentir qualquer amparo, qualquer sussurro de compreenssão, de entendimento. Somente o gosto do sangue da dor é percebido no fundo do coração que sangra, falec...

Walt Disney

“Não esperar” E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…
 Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
 Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
 Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
 Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
 Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
 Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
 Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
 Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, importa-me simplesmente saber melhor o que fazer.
 Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
 Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de ‘Amigo’.
 Descobri que o amor é mais que um simples e...

Festa do Dia das crianças

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É com muita alegria que passamos mais um dia divertido e cheio de emoções na escola rural de Canhembora. A professora Anecy e as crianças nos receberam com muito amor e alegria.  Recebi com muito carinho cartinhas de agradecimento e amizade das crianças, enfim um dia para guardar para sempre na memória. Gostaria de agradecer a todos os meus amigos e amigas, meus colegas da faculdade da UAM e aos parceiros (as) do grupo ASDL ... Só podemos fazer alguma coisa para o próximo se o próximo nós ajudar... Que DEUS abençoe a todos... Obrigada de coração Zelinda

A EXISTÊNCIA É COMO UM LIVRO

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Por: Dr  Evaldo D´Assumpção  Por mais que evolua a tecnologia, por mais complexo que sejam os conhecimentos dos homens, a morte, tanto quanto a vida, continua sendo um insondável mistério. Por que nascemos? Por que vivemos? Perguntamos, assim como questionamos, com muito mais intensidade e ansiedade, por que morremos. Nascimento, vida e morte fazem parte de um mesmo livro que é a nossa existência. O nascimento é o prefácio, a vida é o miolo do livro, e a morte o seu epílogo, que inclui o índice do que fizemos. Livro que vai sendo escrito a cada dia, a cada momento, no pleno gozo do nosso livre-arbítrio, porém sem a menor possibilidade de se voltar atrás. Por isso, cada página é inigualável e insubstituível, só podendo ser escrita uma única vez. E quanto melhor o fizermos, melhor será a nossa história. Se por desatenção saltamos uma página, ela permanece em branco, e se fosse possível – mas não o é – voltar atrás para preenchê-la, ela ficaria em total descompasso com o ...