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Quando me Amei de Verdade   Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.   E então, pude relaxar.   Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.   Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.   Hoje sei que isso é...Autenticidade.   Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.   Hoje chamo isso de... Amadurecimento.   Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.   Hoje sei que o nome disso é... Respeito.   Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não ...

ADSL no É manhã

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Entrevista com Zelinda de Bona, coordenadora do grupo Amigos Solidários na Dor do Luto e da  psicóloga mestre da UFPR, Joanneliese de L. Freitas,  para o programa É manhã, com depoimento de Sueli Miranda e a apresentação de um projeto de um livro com as experiências do grupo. nossos agradecimentos ao Adriano que colaborou com esta postagem.
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É COM PESAR QUE ANUNCIAMOS O FALECIMENTO DA SENHORA LURDES FERREIRA, COM 63 ANOS DE IDADE. MÃE DA NOSSA QUERIDA COOPERADORA DO BLOG VERÔNICA FUKUDA. SEU VELÓRIO ESTÁ SENDO REALIZADO NA CAPELA VATICANO, LOCALIZADA A RUA DESEMBARGADOR HUGO SIMAS, 26 - SÃO FRANCISCO - CURITIBA - PR. DE ONDE O CORPO SEGUIRÁ ÀS 13 HRS PARA O CREMATÓRIO. NOSSOS SENTIMENTOS À FAMÍLIA DE VERÔNICA POR MAIS ESSA PERDA.

A dor do luto

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O luto como já dito, carrega em si a dor, viver é estar em constante luto e elaboração do mesmo. Essa elaboração é a ponte que nos leva da dor ao prazer. Luto é aprendizagem, é experiência. O luto nos torna humanos, que sabemos, somos mortais. portanto, a morte é nossa fiel amiga e não podemos fugir dessa fidelidade. Ela pode ser ludibriada, se postergada, atrasada, mas nunca deixará de vir ao nosso encontro, como disse ela é fiel e cumpre o que promete, cedo ou tarde. Ela nunca deixa de estar presente, para nos mostrar como num espelho, nosso corpo a todo tempo desnudado pelo real. O real é a própria morte, são as perdas, os fracassos, as decepções, as frustrações, as amputações do desejo. Entretanto, o real nos pega mesmo a contra gosto, e por vezes nos mostra exatamente o contrário, que tudo tem um fim, que tudo isso não passa de um conto de fadas. O castelo de cartas cai por terra. Dor, sofrimento, luto. A elaboração do luto é a ac...

Superação pela solidariedade

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CIDADANIA Projetos criados com base em tragédias familiares mostram que ajudar quem precisa pode amenizar as dores do luto Débora Weber tinha 22 anos quando sofreu um acidente de carro na BR-116 no limite entre os municípios de Mandirituba e Fazenda Rio Grande e morreu, no Dia das Mães do ano passado. A família, que administra um centro de formação de condutores no primeiro município, nunca descobriu o que realmente provocou a colisão, mas sabia que não queria enfrentar a dor da perda em silêncio. Da manifestação por segurança na rodovia surgiu a vontade de criar um projeto maior, que combatesse todas as formas de morte trágica, e o desejo de ajudar os moradores carentes da região. Em agosto do ano passado, a família organizou o primeiro Dia da Esperança, com serviços gratuitos de recreação, cidadania e bem-estar. O evento recebeu 2,5 mil pessoas e contou com 400 voluntários. Assim como a iniciativa dos parentes de Débora, outros projetos surgiram como superação de uma dor ou t...

Blog Páginas Escolhidas

Queridos Amigos, publicamos aqui a recente postagem do Blog Páginas Escolhidas, de nosso querido amigo Nazir, onde carinhosamente apresenta os ASDL para seus queridos leitores. Abaixo, confiram o que ele escreveu sobre o trabalho dos Amigos e de ZElinda:  No último sábado deste mês de julho de 2012, aboletei-me em frente ao aparelho de televisão para assistir a mais um depoimento dado por Zelinda, relacionado ao grupo de ajuda,que ela coordena, há já  oito anos, e  cujo nome dá o título a estes comentários.  Como se tratava de uma entrevista gravada, que a emissora(*) iria reproduzir, pudemos assistir juntos,  ela para conferir a própria postura diante das câmaras e microfones e eu, para  simplesmente assistir pela primeira vez.             Ao iniciar-se a apresentação pela entrevistadora, Profª Ana Flávia Pegozzo Fedato e tendo diante de mim, imagens e s...

A viagem de Priamo

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A duríssima jornada para trazer de volta o corpo de um filho Telefones jamais deveriam  tocar certas horas. Mas tocam. Filhos jamais deveriam partir antes que já estivéssemos a postos, à espera deles, no lugar demarcado por nossa fé ou esperança. Mesmo assim, eles partem. Essas duas verdades me colheram feito uma avalanche de tristeza enquanto eu caminhava, num fim de tarde de sábado e sol ralo, pelas ruas do centro de Belo Horizonte. Atendi o celular. Do outro lado da linha, a voz chorosa de Geni, minha mulher, abriu as comportas do pesadelo: “Zé, você precisa voltar pra São Paulo’. ela disse, tentando, desesperada e inutilmente, manter uma nesga de calma. Sua frase seguinte, no entanto, me atingiu com o impacto de um meteoro. “O Paulinho morreu, meu amor, e você vai ter de ir a Londres buscá-lo.’ Uma sombra gigantesca encapsulou o meu espírito. Desabei no choro, sentado ao meiofio. Senti-me ludibriado pelo destino. Por que ele consentira que um amor de 28 anos, ...