"A morte, ei-la (mais uma vez) por Francisco Escorsim[04/07/2019] [22:50]
"Para meus “tios” e “primos”, a “turma” toda “Nós não pedimos para ser eternos, mas apenas para não ver os atos e as coisas perderem subitamente o seu sentido. O vazio que nos rodeia faz-se então sentir…” Eis um trecho impactante de Vôo Noturno, de Saint-Exupèry, que reli nesta semana. É uma notável e pequena obra-prima que, segundo Andre Gide, para além do valor literário “tem por outro lado o valor de um documento, e estas duas qualidades, inesperadamente reunidas, conferem à Vôo Noturno sua importância excepcional”. Valor de documento porque registra ali a experiência pessoal de Exupèry como aviador confrontando a morte muito de perto e com frequência diária. O contexto no qual o trecho citado aparece se dá quando a esposa de um dos aviadores da história vai ao escritório de Rivière, o chefe de todos, tentar descobrir notícias do marido que enfrentava uma tempestade terrível cujas chances de vencê-la era nula àquela altura, pelo pouco combustível restante. Ambos sabiam, ...


















Belíssimo trabalho de vcs, especialmente Zelinda protetora das mães e familiares ,digo por nós MUITO OBRIGADA .
ResponderExcluirO Grupo me ajudou muito.
Deus abençoe toda sua família.
Eliane Strobel.
Parabéns pelo trabalho maravilhoso realizado pela equipe.
ResponderExcluirSe cada um fizer sua parte,o mundo seria diferente,basta tão pouco pra fazer a alegria do próximo...
Parabéns e muita luz pra toda equipe!!
Queridos amigos, compartilhei o trabalho de vcs e fico comovida com tamanha compaixão ao próximo. É disso que nosso Brasil precisa, ouvir, aceitar e por em prática os 2 maiores mandamentos do NOSSO DEUS que é amá-lo acima de todas as coisa e amar ao próximo como a Ti mesmo. Não vejo a hora de conhecer esse grupo maravilhoso. Um forte abraço a todos.
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