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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Alunos do Canhembora

Queridos Amigos, posto aqui as fotos que nossa querida Anecy nos enviou:
Os alunos uniformizados!
Quero aproveitar a oportunidade de agradecer a todos novamente.
O sorriso dessas crianças são um verdadeiro presente pra todos nós!!!











quarta-feira, 25 de julho de 2012

COMPORTAMENTO E VIDA

O comportamento do Espírito, no corpo ou fora dele, é responsável pela vida, contribuindo de maneira eficaz na sua programática, igualmente interferindo na conduta do grupo em que se movimenta e onde atua, como dos descendentes que de alguma forma se lhe vinculam.

O fatalismo biológico, estabelecido mediante as conquistas pessoais de cada indivíduo, não é definitivo em relação à data da sua morte.



A longevidade como a brevidade da existência corporal, embora façam parte do programa adrede estabelecido para cada homem, alteram-se para menos ou para mais, de acordo com o seu comportamento e do contributo que oferece à aparelhagem orgânica para a sua preservação ou desgaste.


Necessitando de um período de tempo em cada existência física para realizar a aprendizagem evolutiva em cujo curso está inscrito, o Espírito tem meios para abreviar-lhe ou ampliar-lhe o ciclo, mediante os recursos de que dispõe e são facultados a todos.


É óbvio que o estroina desperdiça maior quota de energias, impondo sobrecargas desnecessárias aos equipamentos fisiológicos, do que o indivíduo prudente.


As ocorrências que lhes sucedam têm as suas causas no comportamento que se permitem.


Igualmente, a forma de desencarnar, sem fugir ao impositivo do destino que é de construção pessoal, resulta das experiências que são vividas. O homem imprevidente e precipitado, desrespeitador dos códigos de lei estabelecidos, toma-se fácil presa de infaustos acontecimentos, que ele mesmo se propicia como efeito da conduta arbitrária a que se entrega.


Acidentes, homicídios, intoxicações, desastres de vários tipos que arrebatam vidas, resultam da imprevidência, da irresponsabilidade, do orgulho dos que lhes são vitimas, na maioria das vezes e no maior número de acontecimentos.


Devendo aplicar a inteligência e a bondade como norma de conduta habitual, grande parte das criaturas prefere a arrogância, a discussão acesa, o desrespeito ao dever, a negligência, tornando-se, afinal, vitimas de si mesmas, suicidas indiretas.


Nos autocídios de ação prolongada ou imediata, a responsabilidade é total daqueles que tomam a decisão infeliz e a levam a cabo, inspirados ou não por Entidades perversas com as quais sintonizam.


Derrapando em comportamentos pessimistas a que se aferram, a atitudes agressivas nas quais se comprazem, na fixação de idéias tormentosas em que se demoram, em ambições desenfreadas e rebeldia sistemática, a etapa final, infelizmente, não pode ser outra. Com o gesto que supõem de libertação, tombam, por largos anos de dor, em mais cruel processo de recuperação e desespero, para que aprendam disciplina e submissão contra as quais antes se rebelaram.


Depreende-se, portanto, que o comportamento do homem a todo instante contribui de maneira rigorosa para a programação da sua vida.


São de duas classes as causas que influem na sua existência, dentro do determinismo da evolução humana: as próximas, desta reencarnação, na qual se movimenta, e as remotas, que procedem das ações pretéritas. Estas últimas estabeleceram já os impositivos de reparação a que o indivíduo não pode fugir, amenizando-os ou vencendo-os através de atuais ações do rumor, que promovem quem as vitaliza e aquele a quem são dedicadas. As primeiras, no entanto, as da presente existência, vão gerando novos compromissos que, se negativos, podem ser atenuados de imediato por meio de atitudes opostas, e, se positivos, ampliados na sua aplicação.


O tabagismo, o alcoolismo, a toxicomania, a sexolatria, a glutonaria, entre outros fatores dissolventes e destrutivos, são de livre opção anual, não incurso no processo educativo de ninguém. Quem, a qualquer deles se vincula, padecer-lhe-á, inexoravelmente, o efeito prejudicial, não se podendo queixar ou aguardar solução de emergência.


O tabagismo responde por cárceres de várias procedências, na língua, na boca, na laringe, por inúmeras afecções e enfermidades respiratórias, destacando-se o terrível enfisema pulmonar. Todo aquele que se lhe submete à dependência viciosa, está incurso, espontaneamente, nessa fatalidade destruidora, que não estava no seu programa e foi colocada por imprevidência ou presunção.


O alcoolismo é gerador de distúrbios orgânicos e psíquicos de inomináveis conseqüências, gerando desgraças que, de forma nenhuma deveriam suceder. É ele o desencadeador da loucura, da depressão ou da agressividade, na área psíquica, sendo o responsável por distúrbios gástricos, renais e, principalmente, pela irreversível cirrose hepática. Seja através da aguardente popular ou do Whisky elegante, a alcoolofilia dízima multidões que se lhe entregam espontaneamente.


A toxicomania desarticula as sutis engrenagens da mente e desagrega as moléculas do metabolismo orgânico, lesando vários órgãos e alucinando todos quantos se comprazem nas ilusões mórbidas que dizem viver, não obstante de breve duração. Iniciada a dependência que se fez espontânea, desdobrara-se à frente longos anos, numa e noutra reencarnação, para que sejam reparados todos os danos que poderiam ter sido evitados quase sem esforço.


A sexolatria gera distonias emocionais, por conduzir o indivíduo ao reduto das sensações primitivas, mantendo-os nas áreas do gozo insaciável, que o leva à exaustão, a terríveis frustrações na terceira idade, se a alcança, e a depressões sem conta pelo descalabro que desorganiza o corpo e perturba a mente. Além desses, são criados campos de dificuldade afetiva, de responsabilidade emocional com os parceiros utilizados, estabelecendo-se compromissos desditosos para o futuro.


A glutonaria, além de deformar a organização física, é agente de males que sobrecarregam o corpo produzindo contínuas distinções gastrointestinais, dispepsias, acidez, ulcerações, alienando o homem que vive para comer, quando deveria, com equilíbrio, comer para viver.


São muitos os agentes dos infortúnios para o homem, que ele aceita no seu comportamento, afetando-lhe a vida.


Entretanto, através de outras atitudes e conduta poderia preserva-la, prolongá-la, dar-lhe beleza, propiciando-lhe harmonia e felicidade.


Além de atingir aquele que elege esta ou aquela maneira de agir, os resultados alcançam os descendentes que, através das heranças transmissíveis, conforme as suas necessidades evolutivas, as experimentarão.


O comportamento do Espírito, no corpo ou fora dele, é responsável pela vida, contribuindo de maneira eficaz na sua programática, igualmente interferindo na conduta do grupo em que se movimenta e onde atua, como dos descendentes que de alguma forma se lhe vinculam.


As ações corretas prolongam a existência do corpo e promovem o equilíbrio da mente, enquanto as atribuladas e agressivas produzem o inverno.


Nunca será demasiado repetir-se que, assim como o homem pensa e age, edificará a sua existência, vivendo-a de conformidade com o comportamento elegido.



Livro: Temas da Vida e da Morte
Autor: Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco.


sexta-feira, 20 de julho de 2012




"Amanhã fico triste,

Amanhã.

Hoje não. 

Hoje fico alegre.

E todos os dias,

por mais amargos que sejam,

Eu digo:

Amanhã fico triste,

Hoje não.

Para Hoje e todos os outros dias!!"


Encontrado na parede de um dormitório de crianças no campo de extermínio de Auschwitz 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

CONSEGUIREI SUPERAR A PERDA DE UM ENTE QUERIDO FALECIDO?



Até acontecer conosco, temos o hábito de achar que nunca passaríamos por esse problema, mas infelizmente ninguém está imune a perder alguém que ama para a morte. Sei que esse assunto soa um pouco pesado, mas não deve deixar de ser falado, no entanto pode atingir qualquer pessoa, a dor parece ser insuportável, no momento em que acontece não acreditamos que aquilo está acontecendo conosco, parece que estamos dentro de um pesadelo e que não vamos acordar dele nunca, ficamos em transe, é realmente uma dor incontrolável quando somos nós que vivenciamos isso, portanto temos de estar preparados caso venhamos a perder um ente querido. Na verdade não existe receita para esse tipo de problema o que existe é deixar o tempo se encarregar de abrandar a dor que sentimos quando ocorre a perda de um ente querido, infelizmente caso isso tenha ocorrido com você, chore o quanto achar necessário, até não ter mais lágrima para chorar, isso vai te deixar mais leve, não se aborreça com as várias pessoas tentando te colocar pra cima, sei que nessas horas queremos ficar isolado do mundo inteiro, sem ouvir vozes ou ver pessoas, mas elas só querem de alguma forma diminuir o que está sentindo no momento, parece loucura, mas é isso mesmo, elas acham que com meras palavras vão conseguir fazer-nos esquecer que há poucas horas ou dias perdemos alguém que amamos. 
Bom mais será que tem como diminuir essa dor? Diminuir a dor logo que descobrimos que perdemos algum ente querido para a morte é impossível, o que podemos fazer é não entrar em total estado de depressão, procure fazer algo que goste com a tentativa de diminuir a quantidade de tempo que fica pensando em seu ente querido falecido, saia de casa de vez em quando mesmo que não sinta vontade, pode ser que ache que é errado agir desta forma, sair e tentar esquecer, mas você só está tentando não se afundar em tristeza e sofrimento. Pense em como a pessoa que você acaba de perder ficaria feliz se soubesse como você está superando essa perda, mesmo que pareça um tanto complicado, não procure ficar muito tempo sozinho, sem a companhia de alguém, conversar por mais difícil que pareça vai lhe fazer bem, tente conversar sobre outros assuntos, ou até mesmo conversar sobre alguma outra pessoa que está passando pelo mesmo problema que você, isso mostra que todos sofremos e que podemos ser solidários uns com os outros, transmitindo nossas experiências e como estamos conseguindo superar a perda de nosso ente querido falecido, fazendo assim você pode se sentir melhor e mais aliviado.
Talvez faça parte de alguma doutrina religiosa onde se prega que você vai voltar a ver seu ente querido falecido novamente, se fizer parte de alguma dessas doutrinas, se apegue a ela, isso poderá te confortar muito nesse momento delicado que está passando, o ser humano tende a gostar de ouvir que o fim não se resume apenas na morte, mais que existe algo após essa vida, a pessoa que acredita na existência da vida após a morte ou crê na ressurreição e passa pela dor da perda de um ente querido falecido, lida melhor psicologicamente e emocionalmente com a morte. Mesmo nos empenhando para superar tudo isso, podem ocorrer horas que mesmo depois de um tempo você vai se pegar chorando e sentindo uma saudade enorme, não ache que todo seu esforço para se recuperar desse trauma foi em vão, essa saudade sempre nos pega de surpresa, porém com o passar do tempo tende a ser com menos frequência e menos dolorida, chegando até ser uma saudade boa, com o tempo vamos nos lembrar dos momentos bons em que vivemos com a pessoa, assim levando a vida em diante, é claro que até chegar essa etapa demora um longo período de tempo, em média um ano e meio a dois anos, mas essa hora vai chegar. É interessante também se ocupar lendo livros, principalmente os de auto-ajuda são fundamentais quando estamos passando por um determinado problema e não sabemos como resolvê-los, isso vai te trazer mais força para enfrentar a vida sem o ente querido. Se você for forte, por mais dolorosa que pareça a perda, e entender que a vida não acabou pra você no momento em que você perdeu alguém que amava muito, vai conseguir superar esse sofrimento e vai voltar a rir e gostar da vida novamente, superando assim a perda do seu ente querido, ficando no lugar da tristeza somente saudade dos bons momentos passados juntos àquela pessoa.


(Texto de EDUARDO TARGA - Variedades1.com)

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Sentimento: Felicidade




                   Passamos a vida em busca da felicidade. 
Procurando o tesouro escondido. 
E, assim, uns fogem de casa para ser felizes. 
Outros fogem para casa em busca da felicidade. 
Uns se casam pensando em ser felizes. 
Outros se divorciam para ser felizes. 
Uns desejam viver sozinhos para ser felizes. 
Outros desejam possuir uma grande família a fim de ser felizes. 
Uns fazem viagens caríssimas buscando ser felizes.
Outros trabalham além do normal buscando a felicidade. 
Uns desejam ser profissionais liberais para comandar a sua própria vida e poder ser felizes. Outros desejam ser empregados para ter a certeza do salário no final do mês e, assim, poderem ser felizes. 
Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão, assegurando que o seu esforço se transforme em melhor remuneração e assim ser felizes. 

        É uma busca infinita.
Anos desperdiçados. 
Nunca a lua está ao alcance da mão. 
Nunca o fruto está maduro. 
Nunca o carinho recebido é suficiente. 
Mas, há uma forma melhor de viver! 
A partir do momento em que decidirmos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova,no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. 
E jamais está à venda. 
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte. Sempre que dependemos de fatores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção. 
A felicidade não se encontra nas coisas exteriores. 
A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos. 
Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz a um inconformado. 
As necessidades de cada um de nós são poucas. 
Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar, seremos felizes.


              Tenhamos certeza:
a única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida.
          
Repartir nossas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros:
sempre algumas gotas  acabam caindo sobre nós mesmos. 
Se chover, seja feliz com a chuva que molha os campos, varre as ruas e limpa a atmosfera. 
Se fizer sol, aproveite o calor. 
Se houver flores em seu jardim, aproveite o perfume. 
Se tudo estiver seco, aproveite para colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar 



fonte

terça-feira, 3 de julho de 2012

Ação Solidária dos ASDL

Nesse inverno de 2012, nós Amigos Solidários, fizemos uma campanha com a coordenação de Zelinda de Bona para arrecadação de uniformes escolares para as crianças da escola do Canhembora em Morretes.
Como sempre fomos muito bem recebidos pela querida professora Anecy e seus alunos maravilhosos que estavam acompanhados de seus familiares.
Com a ajuda de amigos, montamos um kit inverno com tênis, meias, gorros e uniformes. Cada criança recebeu o seu kit personalizado, com uniformes e calçados adequados a seu tamanho e gênero.
O resultado disso vocês podem acompanhar logo abaixo.
Não posso deixar de lembrar que tudo isso não teria acontecido sem o empenho, esforço e a dedicação de D. Zelinda, que com muito amor e carinho arregaçou as mangas e fez tudo isso acontecer.
Citando as suas palavras: "Quando a gente se propõe a fazer, tem que fazer bem feito."
Obrigada a todos que ajudaram e contribuíram com mais um dia de alegria para essas crianças!