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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012


Que possamos ver o novo ano com os olhos de conquista. Vá em busca de seus sonhos, pratique o bem e tenha certeza que se assim o fizer e se você colocar a mão na massa para alcançar seus objetivos terá um ano realmente novo. Depende de nós!!
E UM FELIZ 2013 À TODOS COM A GRAÇA DE DEUS. 



SÃO OS VOTOS DO GRUPO "AMIGOS SOLIDÁRIOS NA DOR DO LUTO"

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

ESPÍRITO NATALINO


Natal...
É tempo de renascer...
Há um novo ser brotando...
Há que se preparar para esta festa...
Ao longo da história
As pessoas sempre procuraram decifrar
A si mesmas e à realidade
Este é um dos belos empreendimentos humanos.
Liberar-se de um mundo subterrâneo,
E poder passear na superfície...
Férias em que se observa,
O bailado alegre da natureza...
O belo! A beleza!
A beleza sempre foi um atributo divino...
Poder acariciar as flores...
Sentir o vento brando de cada manhã...
Abraçar os raios solares,
Usufruir de toda sua luz, refletí-la!
Quero ser arauto desse emergir, dessa chegada...
Novo é este tempo marcado pela beleza e pela graça...
Para que a semente brote rompendo
A crosta seca da terra...
Que florecerá na paz e união...
Reunião...
Tempo de fraternidade e acolhimento,
Comunhão e crescimento, edificações...
De todo ser humano de boa vontade...
Feliz Natal, ao renascer em Cristo Jesus!!!

FELIZ NATAL A TODOS. EM NOME DO GRUPO: "AMIGOS SOLIDÁRIOS NA DOR DO LUTO".

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Em preparação para o Natal



        

            Escute , caro leitor. O Natal está chegando,  e você já está se preparando?  Já foi ao shopping para comprar os presentes que deseja dar?  Ou ao supermercado, para ver os preços dos artigos importados? Ou na loja de 1,99  para buscar aquelas bonitas mangueiras de luzinhas?
            Espere um pouco: que Natal é esse? Certamente cristão não é! Um Natal baseado só nos comes e bebes e nessas coisas materiais é pagão; até o papai Noel não é figura cristã, mesmo que digam que a sua origem é  o Bispo São Nicolau. Aí entrou certamente o capitalismo materialista-consumista, que no mês de janeiro vai fazer o balanço e dizer: o natal de 2012 foi melhor que o de 2011, porque vendeu 10%  a mais. Percebe?
            Precisamos urgentemente mudar o registro, pois o aniversariante é outro. E não tem sentido festejar um aniversário com o aniversariante ausente.
            Ano de 2012. A partir de quando?  Até os ateus são obrigados a confessar: 2012 d.C.  Ou seja, depois de Cristo. É Jesus quem divide a História em a.C.  e  d.C. É Ele o aniversariante que desejamos celebrar. E “celebrar” não significa apenas lembrar um passado distante, mas revivê-lo no presente. Celebro meu aniversário para celebrar a vida!  A vida que estou vivendo agora e que deve continuar!
            Este é o Natal cristão: celebrar a vida nova que Jesus veio trazer para a humanidade inteira, para todos e para cada um.  Uma vida de paz, de harmonia, de fraternidade e solidariedade; uma vida que tenha sentido e não seja apenas ficar correndo o tempo todo atrás dessas coisas que passam tão depressa, que trazem  só um pouquinho de satisfação e nada mais.
            Certamente não basta você comprar uma cesta básica para uma família necessitada, pois isso não vai mudar a vida dela. Não basta você limpar seu guarda-roupa para doar o que sobrar a alguma instituição filantrópica. Não vai mudar a vida de ninguém. Não é esse o Natal de Jesus Cristo. Veja como Ele nasceu: sem casa, sem roupa, sem berço, sem o calor de um fogo. Apenas o calor sem tamanho do amor de Maria e José, e o alimento que provinha da própria vida de Sua Mãe. Como para dizer-nos que nada do que é material pode dar sentido à vida. Como para dizer-nos que a busca desses bens não é a coisa principal na vida humana, e que há outros valores bem mais altos. 
             Preparar-se para o Natal! É buscar o sentido do Mistério e adequar-se a ele. É reconhecer que só há um sentido para a vida, e mergulhar nessa busca sem hesitação e sem desvios!
            Feliz Natal para você e sua família!

                                                                                                                                                                      Frei Estevão Nunes op

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Onde nasceu Jesus

Vejam abaixo o vídeo  "Onde nasceu Jesus"




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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

MARTHA MEDEIROS



Imitação da vida
Depois de uma grande tragédia pessoal é preciso voltar a viver



Fui ao cinema ver Michelle Pfeifer em Nas Profundezas do Mar sem Fim, que conta a história de uma mãe que perde um de seus filhos, de três anos, num saguão de hotel e só volta a encontrá-lo nove anos mais tarde. O roteiro preguiçoso resultou num filme raso, mas uma frase dita pela personagem de Whoopi Goldberg me trouxe até aqui. Depois de todos os abalos familiares decorrentes do desaparecimento do filho do meio, a mãe vivida por Michelle Pfeifer se refaz e constrói, aos poucos, o que a detetive vivida por Whoopi chama de “uma boa imitação de vida”.
Pessoas que passam por uma grande tragédia pessoal têm vontade de dormir para sempre. Nos dias posteriores ao fato, não encontram forças para erguer uma xícara de café ou pentear o cabelo. Sorrir passa a ser um ato transgressor, que gera uma culpa imensa, pois é como se estivéssemos nos curando do sofrimento. Passada a fase de hibernação voluntária, porém, é isso que tem que acontecer: curar-se. Voltar a viver. Mas como, se já não existe a alegria original? Rastreando a alegria perdida para tentar imitá-la.
Respeito quem consegue reproduzir uma vida normal mesmo trazendo dentro de si uma dor permanente e respeito ainda mais quem consegue transformar essa dor em ações solidárias, como a que resultou no projeto Vida Urgente, idealizado por um casal que perdeu um filho num acidente de automóvel e que hoje se dedica a evitar que outras famílias passem pelo mesmo drama. Isso deixa de ser uma imitação de vida, isso é um renascimento espontâneo e glorioso.
A vida como ela é, ou deve ser, inclui festas de Natal, férias na praia, bate-papos informais com amigos, comemorações de aniversário, sorrisos para fotos. Coisas triviais que são fáceis e prazerosas para quem tem o coração leve, mas que podem ser penosas para quem possui recordações que não se quer, nem se pode, abandonar. Para essas pessoas, fatiar um peru, fazer um brinde, falar banalidades, até mesmo um banho de mar, tudo tem que ser reaprendido, tudo tem que voltar a ser um ato inocente. Imitar essa inocência não é um processo fácil e tampouco natural, mas é uma sobrevivência legítima. Mais ainda: é um ato de generosidade, pois revela a consciência de se continuar a pertencer a uma sociedade e de exercer um papel importante na vida de quem nos rodeia.
O filme explorou medianamente esse aspecto, mas acabou se rendendo a soluções fáceis e inverossímeis, em busca de um final que rendesse boa bilheteria. Não permitiu que a imitação fosse adiante, quis que a felicidade voltasse a ser original. Que bom ter um roteirista à mão para facilitar as coisas. Não havendo, o jeito é plagiar a própria vida, que sempre é melhor do que entregar os pontos.

E-mail: martham@zaz.com.br