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sexta-feira, 29 de março de 2013

Páscoa 2013


Tivemos um dia Maravilhoso aqui na escola rural do Canhembora na festa dos alunos!
A Olinda foi com o Théo e levou  em minha casa umas lembrançinhas em homenagem da Juliana sua filhota, uma estrelinha que está no céu.
A professora Anecy estava muito feliz. Todos os alunos fizeram uma cartinha desejando uma feliz Páscoa para mim! Me emocionei muito...Alem dos chocolate e das goluseimas, ainda mandamos um presente para os alunos levarem para seus pais uma Colomba Pascal.
Falamos sobre o sentido da Páscoa, rezamos e cantamos. 
Foi muito gratificante e realizador... Essas crianças são muito educadas e puras...
Só podemos fazer alguma coisa para o próximo se  os outros nos ajudarem.
Quero agradecer a todos que ajudaram o pessoal do grupo e minhas amigas do coração, sem a ajuda de vocês seria impossivel: Hilda , Reny, Teresinha e seu esposo Celso Eduly que vieram ajudar na festa.
Sentimos a falta da Sueli que por motivo de doença não pode vir, mas mandou uma salada de macarrão deliciosa para o nosso almoço.
Obrigada a todos!
Zelinda de Bona 

















sexta-feira, 22 de março de 2013

Ajuda psicológica para amenizar o luto



Como o psicólogo pode auxiliar na perda de um ente querido?

No dicionário Aurélio, encontrei vários significados para o verbo perder: ter mau êxito em, esquecer em lugar de que não se tem lembrança, deixar de ver ou de ouvir, deixar de ter... Desde que nascemos passamos pela vivência da perda, seja de um objeto, da escola, emprego, de amigos, de amores ou da perda de um ente querido. Porém, algumas pessoas conseguem lidar melhor com a perda, outras não suportam esse momento de dor, sentem-se frustradas, derrotadas ou privadas. Então, o que fazer?

Segundo Elizabeth Kübler-Ross, todas as perdas são oportunidades de desenvolvimento, de crescimento. Precisamos perder para ganhar. Nós, seres humanos, somos feitos de opostos: dor e prazer; alegria e tristeza; ódio e amor; encontros e desencontros; vida e morte. É pura ilusão querermos ter tudo e não perdermos nada.

Infelizmente, muitos pais 'por amor' querem impedir que seus filhos vivam a dor da perda, mesmo que seja de um brinquedo. Eles acreditam que, deste modo, vão protegê-los. Não percebem que ninguém descobre a sua fortaleza e coragem, dentro de quatro paredes ou pisando em almofadas. É preciso estar no mundo, cheio de contradições enriquecedoras, para se desenvolver e crescer fortalecido, pois no momento em que ocorrer uma 'perda irreparável' como a de um ente querido, possa enfrentar ou pedir ajuda para passar por ela sem muitos danos.

O psicólogo pode auxiliá-lo a lidar com realidade da perda, sendo uma pessoa acolhedora, oferecendo um espaço tranquilizador, onde todos possam encontrar uma escuta técnica, empatia, paciência, autenticidade, aceitação e, principalmente, amor pelo ser humano.

Cada um tem um tempo para elaborar o seu luto pela perda sofrida. Uns tem um luto simples, para outros, o luto é traumático. Alguns passam pela fase da negação, da raiva, revolta e depressão. Mas, com ajuda do psicólogo, a pessoa poderá vir a aceitar e aprender que todos passamos por estas fases difíceis da vida, e que chorar faz parte, não é ruim, mas sim, é necessário, para expressar os seus sentimentos, até que se sinta seguro o suficiente para conseguir seguir em frente com a saudade, mas seguir sabendo que..."só se tem saudade do que é bom, se chorei de saudade, não foi por fraqueza, mas foi porque amei." (Nelsinho Corrêa).

Então, não tenhamos medo de amar, de nos doar, de perder, sofrer, chorar ou mesmo sentir raiva, porque tudo isso faz parte da roda da vida. Hoje, podemos estar felizes porque ganhamos, mas amanhã, poderemos estar tristes porque perdemos um ente querido. O importante é decidir viver e, quando necessário, pedir auxílio, para que possamos caminhar nessa roda, da melhor maneira possível e muito mais seguros.

Por: Rosângela Perez - Psicóloga.

esse texto nos foi repassado pela nossa amiga Ilca Santos

sexta-feira, 15 de março de 2013

Terapia do luto ajuda a superar a morte


Foto: Dreamstime

A terapia do luto é uma boa alternativa para superar a morte de uma pessoa querida. Descubra melhor como ela funciona e veja como seguir em frente

Reportagem: Roberta Cerasoli - Edição: MdeMulher


Cada um tem a sua maneira de encontrar um alívio para a dor

A morte de alguém querido é como uma ferida. No início sangra, arde, dói de maneira quase insuportável. Com o tempo, vai fechando. O processo para curar essa ferida é longo e doloroso. Cissa Guimarães, por exemplo, recorreu à ajuda da terapia do luto após a morte de seu filho Rafael, de 18 anos, atropelado em um túnel no Rio de Janeiro, no ano passado. "Não é um dia após o outro, e sim um minuto após o outro", contou ela.

A terapia do luto ajuda quem sofre essa perda a buscar dentro de si o que ainda dá sentido à sua vida, para reconstruí-la. "Procura-se enfatizar que o sofrimento é único e que ninguém o sentirá da mesma maneira. Cada um manifesta sua dor de um jeito para encontrar um alívio", explica Adriana Thomaz, psicóloga que deu apoio para Cissa. "Com ela [Adriana], entendi melhor a morte, como fazer a conexão com o amor do meu filho e reaprender a viver", revelou Cissa Guimarães em entrevista ao site 
UOL.

Parar a vida por causa de tanto sofrimento pode destruir até a saúde de uma pessoa. Para sair dessa é preciso lutar. "A qualquer tempo pode-se procurar ajuda especializada. Acredito que a terapia do luto se iniciada logo após a morte, tem muitos benefícios, não pela 'terapia' em si, mas pelo aconselhamento. O tratamento consiste nesse reaprendizado, descobrindo e reconhecendo a maneira particular de aquela pessoa viver seu luto e encontrar suas próprias ferramentas para aliviar a sua dor", completa Adriana.


Fases do luto

1. Entorpecimento
É preciso aceitar a realidade da morte.

2. Busca e saudade
Viver a dor tentando entender o que está passando.

3. Desorganização e desespero
"É a fase mais difícil, quando 'cai a ficha'. A terapia do luto iniciada no início do processo ajuda a dar ferramentas de suporte para esses momentos mais difíceis, como a elaboração de uma forte rede de apoio, ajuda espiritual (não necessariamente religiosa) e a busca do sentido da vida", explica Adriana Thomaz.

4. Reorganização e aceitação
É a hora de se adaptar ao meio em que vive no qual o falecido não está mais. Fazer a redistribuição dos papéis por ele desempenhados e tirar a sua energia emocional dessa relação com a morte dele.


As perguntas mais frequentes

O que fazer com o quarto e pertences de um filho (desmanchar tudo fará a dor diminuir mais depressa)?
Não. Desmanchar tudo não fará a dor diminuir depressa. Quem deve decidir quando e como desmanchar o quarto daquele filho são os pais. Não há regra. O aconselhamento é que esses pais conversem muito. Se há dúvida, é importante esperar até o momento certo. O quarto pode ficar montado por um tempo, de 3 a 6 meses.

Quanto tempo leva para que as coisas voltem ao "normal"?
As coisas nunca voltarão ao normal, se você acha que isso significa ser tudo igual ao que era antes. A pessoa não voltará mais e é preciso se acostumar com essa ausência nos ambientes que vocês costumavam dividir. Se o normal, para você, é a rotina, isso depende muito de cada um que está de luto. Mas, geralmente, em seis meses já se começa a encontrar mais "normalidade".

O que fazer nas datas comemorativas?
Adriana afirma que os rituais são extremamente importantes, sobretudo nas datas comemorativas. Podem ser religiosos ou não. Mas devem fazer sentido para quem ficou. Por exemplo, se a pessoa que morreu gostava de fazer festas de aniversário, reunir seus amigos no dia pode ser uma boa, se isso fizer bem para você.
Como apoiar quem está sofrendo
A revolta também é um sentimento normal para quem está de luto. "Nada consola. O que se deve fazer é oferecer acolhimento e apoio", diz Adriana. Quem quer ajudar deve manter os braços abertos para que a pessoa manifeste qualquer tipo de sofrimento, sem conselhos, críticas ou cobranças. "A primeira coisa é garantir ao enlutado que a dor da perda é para sempre, sim, mas a intensidade da dor, a característica do sofrimento, deve mudar", assegura Adriana.

· Frases que podem atrapalhar: 

"Seja forte." "Não chore, seu filho não ia querer te ver triste." "O tempo cura tudo." "Confio na sua força."

fonte: site da revista Ana Maria

domingo, 10 de março de 2013


É COM PESAR QUE ANUNCIAMOS O FALECIMENTO DA NOSSA  AMIGA  JOSIL CORREA MENDES TABER AOS 73 ANOS DE IDADE. ESPOSA DO SENHOR JOHN MILTON TABER (FALECIDO) DEIXA FILHO.
FOI UMA DAS PRIMEIRAS MÃEZINHAS QUE FREQUENTARAM O GRUPO.
SEU VELÓRIO ESTÁ SENDO REALIZADO NO CEMITÉRIO PARQUE JARDIM DA SAUDADE EM PINHAIS, LOCALIZADO À AVENIDA MARINGÁ, 3300, PINHAIS - PR DE ONDE O CORPO SEGUIRÁ ÀS 10 HORAS DO DIA 11 DE MARÇO DE 2013 PARA O CREMATÓRIO.


JOSIL ESTÁ NO CENTRO DA FOTO. NO CASAMENTO DE SEU FILHO.

NOSSOS SENTIMENTOS À FAMÍLIA  POR MAIS ESSA PERDA.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia da Mulher



Sentir a falta da mãe falecida é algo difícil de lhe dar. Mas, tentaremos expressar estas saudades, através dessas humildes Frases de saudades da mãe que morreu com muita dor.

Hoje ao me levantar olhei-me ao espelho, pensei em ti… no verde de meus olhos vi saudade, vi-te dentro do meu olhar, fiquei ali em silêncio e com o coração ferido pela dor da saudade. Fiz a Deus uma prece pedindo pra adormecer. Pedi que eu pudesse ver-te, ainda que a sonhar, não pude dormir, mãe, porque a saudade foi mais forte do que eu, pus-me chorar…

Saudade, mãezinha! Segue num sopro, em direção às estrelas, o meu mais fervoroso beijo e apertado abraço, e a minha devoção, ao lhe dizer com amor: Que “BELEZA DE MÃE” foi você!

Mãe eu daria tudo para poder novamente, sua mão segurar, ver seus lindos olhos a me contemplar, mais uma vez te abraçar e dizer: EU TE AMO!

Postado em Frases de Luto.