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domingo, 31 de julho de 2011



“Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como
amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos
para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.

Isso mesmo!

Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é
se  expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar
agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.

Perder? Como?

Não é nosso, recordam-se?

Foi apenas um empréstimo!"



José Saramago

sexta-feira, 29 de julho de 2011


CONHECENDO OS PEIXES
Certa vez um mestre chamado Tzu e um amigo caminhavam à margem de um rio.
“Veja os peixes nadando na corrente,” disse Tzu, “Eles estão realmente felizes…”
“Você não é um peixe,” replicou arrogantemente seu amigo, “Então você não pode saber se eles estão felizes.”
“Você não é Tzu,” disse o mestre, “Então como você sabe que eu não sei que os peixes estão felizes?”
MORAL DA HISTÓRIA: ninguém conhece você melhor do que você mesmo! rs
Por mais sábias que as palavras de outras pessoas possam parecer, a  resposta para suas perguntas sempre nascem dentro de você.



Dê mais atenção para o que você sente do que para o que você ouve!
fonte: os conselheiros

terça-feira, 26 de julho de 2011


Nunca pare de sonhar
Richard Bach
Havia no alto de uma montanha três árvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros.
A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas. A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos.
Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!! E, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra.
Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz.
O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé. SEMPRE!!!
Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você.
"Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."

domingo, 24 de julho de 2011



Se você pensa que ela se foi ... 


A você que chora pela saudade 
que ela deixou no coração... 
A você que se pergunta, entre lágrimas: 
Por que se foi? 
Saiba que 
Ela não foi... 
Continua entre nós, de um jeito diferente. 
Está viva, de um jeito diferente, 
com certeza, do jeito PERFEITO, 
do jeito de Deus viver em nós. 

Não pergunte por que já foi, tão jovem... 
Pergunte-se: por que veio? 
Por que Deus nos teria dado esta pessoa? 
O que ela veio fazer entre nós? 

Ela veio porque tinha uma missão, 
a missão de amar e ensinar a amar. 
Foi um raio de luz, uma mensagem de Deus. 
Veio e foi... 
Mas sua passagem tão breve 
deixou tanto BEM, tanto AMOR 
que hoje só podemos agradecer a Deus 
por nos ter dado este presente... 
a vida dela vivida conosco. 

Deus, nosso Pai, 
hoje sofremos a dor da saudade, 
a dor de não poder mais abraçar este anjo de luz. 
Mas, mesmo entre lágrimas, 
nós te agradecemos. 
Obrigado por nos ter permitido viver 
com esta pessoa tão especial. 
Obrigado pelo tempo que passou conosco. 

Dá-nos hoje a generosidade de devolvê-la a Ti. 
Toma-a, Senhor, agora ela é tua, inteiramente tua, 
embora, continue nossa também. 
Que ela seja um anjo entre nós e Ti; 
a mensageira a levar nossa oração 
ao teu coração de Pai. Amém.

sexta-feira, 22 de julho de 2011


DOR DA PERDA 
Para Colin Murray Parkes, período é etapa de transição e pode ser um momento para recriar a própria história 

Psiquiatra inglês analisa o luto e vê o amor 
FABIANE LEITE 
DA REPORTAGEM LOCAL 

Um dos maiores especialistas em luto no mundo, o psiquiatra inglês Colin Murray Parkes, 77, parou na frente de uma escultura em mármore negro, a de que mais gostou em seu passeio pela Pinacoteca do Estado de São Paulo na tarde da última sexta-feira. 
"Está quebrada, mas inteira. A impressão é que quebrou, mas continua inteira, continua uma pessoa, uma vida, uma coisa. É reconhecer o valor das duas partes, mesmo quebradas", disse Parkes, que é consultor do St. Christopher's Hospice, em Londres, uma instituição para pacientes fora de possibilidades terapêuticas . 
"Figura Quebrada", obra de 1975 do compatriota Henry Moore, materializou a teoria de Parkes sobre a dor da perda, construída durante mais de 50 anos. 
Para Parkes, o luto é o preço que se paga pelo amor, por uma vida feliz. É assim que ele impulsiona seus pacientes a não esquecer, mas seguir com a boa lembrança. Para ele, o luto é uma importante transição, pode ser um momento para recriar a própria história, diz. 
"O apego é poderoso, e quando o apego é quebrado, você se sente exatamente assim. O que essa escultura capturou é que, ainda assim, é bonito", disse Parkes, que desfrutava do único dia livre de sua passagem na semana passada pela capital paulista para o 3º Congresso Brasileiro de Tanatologia [estudos sobre a morte] e Bioética. . 
Veja a seguir outros trechos da entrevista concedida à Folha. 

Folha - Por que o senhor escolheu trabalhar com o luto? 
Colin Murray Parkes - Muitas coisas diferentes contribuíram para isso. Uma delas foi meu descontentamento com a forma como alguns médicos tratam seus pacientes. Mesmo quando eu era um jovem estudante de medicina, era interessado em psicologia, tinha vontade de estudar os fatores de estresse dos pacientes e ajudá-los nesses momentos decisivos, quando você se depara com as perdas ou fica doente. 
Eu vejo a morte e o luto como parte dos eventos que mudam a vida, o que inclui a perda, que sempre traz um elemento de ganho. O nascimento de um bebê pode ser muito traumático, dolorido, pode ser uma perda também, em alguns pontos de vista, e é ainda um ganho tremendo. A parte recompensadora de trabalhar com pessoas que estão vivendo o luto é vê-las crescer. Eu acho que uma das coisas que o luto ensina é que as pessoas que amamos nunca perdemos. Elas são parte da nossas vidas para sempre. 
Quando alguém diz "ele vive em minha memória", isso é verdade. O problema é que, no primeiro momento em que se perde alguém, sente-se que todas as coisas boas que vieram com essa pessoa se perderam também. Só quando a pessoa pára de tentar recuperar é que percebe que nunca perdeu. 

Folha - Viver diariamente outros lutos é doloroso para o senhor ? 
Parkes - Claro que é. Mas a dor do luto é igual à do nascimento, como disse. É doloroso, mas algo bom pode vir com isso. Você se sente fraco, carente, mutilado, acha que tudo o que é importante foi embora. Mas a mesma pessoa, talvez dois, três, quatro anos depois vai dizer coisas como "estou surpreso sobre o quanto sou forte". Eles percebem que sobreviveram, que começaram a valorizar a si mesmos e à pessoa que morreu de uma nova maneira, que é mais madura. Não estou sendo Pollyana, eu não espero que minha mulher morra. Mas não importa se eu vou morrer antes dela ou ela antes de mim. Quando isso acontecer, nós sabemos que poderemos continuar um sem o outro. 

Folha - Alcançar isso independe de uma crença religiosa? 
Parkes - Eu diria que isso é parte de um lado espiritual. Porque espiritualidade é achar um sentido na vida, qualquer que seja a linguagem que você utiliza para explicar esse significado. Muitas pessoas gostam da linguagem de Deus. Quando trabalhamos com pessoas que vivem o luto estamos fazendo o que os padres fazem, tentando ajudá-las a achar um novo significado. 

Folha - O senhor afirma em seu livro que o luto é o preço que pagamos pelo amor, por termos aceitado compromissos em nossas vidas. O luto é inerente a uma vida feliz? 
Parkes - Não há dúvida de que o luto é a experiência psicológica mais dolorosa que qualquer pessoa irá viver, e, quanto maior é o amor, maior é essa dor. Não há dúvida, o luto é um preço que temos de pagar. Algumas pessoas acham seu luto tão doloroso que ficam com medo de amar novamente. Mas o preço vale a pena. 

Folha - É possível educar para o luto? 
Parkes - Isso certamente ajuda. As perdas são inevitáveis na vida. Perdas que podem ser de uma boneca ou de uma pessoa. E os pais devem aproveitar essas oportunidades para ajudar as crianças a aceitar que a perda é parte da vida. 
Eu estava dirigindo com minhas filhas no carro uma vez -elas tinham cinco, três e dois anos de idade- e uma delas viu um gato morto. Eu parei e disse: vocês querem ver? Começou um debate [risos]. Elas decidiram que sim e eu dei permissão. Ainda bem que o gato não estava em um estado tão ruim [risos]. Mas conversamos sobre o que aconteceria com ele. Eu disse que um dia poderia virar adubo, que faria mais flores bonitas crescerem em um jardim. Alguns dias depois a mais nova perguntou: "Pai, o que vai acontecer com você quando você morrer?" Eu perguntei o que ela achava. "Adubo!", ela respondeu. 

Folha - O senhor fala de outros lutos, que existem mesmo quando não há a morte. 
Parkes - Um exemplo é se sua mulher ou seu marido tem o mal de Alzheimer, uma demência. Ela se torna uma pessoa diferente, infantil, insensível. Você lamenta pela pessoa que perdeu. Algumas pessoas conseguem superar isso, lembrar como a pessoa era. 
É assim também com a mãe, que sempre espera uma criança perfeita e tem um bebê com uma deficiência física. Algumas irão rejeitar essa criança. 
Se você puder ajudar essas pessoas em seu luto, elas poderão chegar à conclusão de que sim, é muito triste, mas que podem amar de uma maneira diferente e até mais forte. Sim, e pode haver luto mesmo se você perder o que nunca teve. É o caso de alguém que sempre quis se casar e o noivo abandonou antes da cerimônia. 
Trecho de entrevista concedida para a FOLHA DE SP, em 01 maio de 2005

terça-feira, 19 de julho de 2011

PARA REFLETIR

                                                                                   
               Com relação aos filhos, gosto de observar a natureza quando produz uma bela árvore frutífera. De uma semente plantada no solo, nasce e cresce a árvore. Podemos ficar imaginando quanto trabalho ela teve para crescer, vencer as dificuldades naturais e chegar à altura que chegou. Agora, ela dará suas primeiras flores que, em seguida, se transformarão em frutos. Que certamente procurará alimentar com a melhor seiva que possui, tornando cada fruto mais bonito do que o outro. Coloridos, saborosos, volumosos. Alguns, porém, mesmo recebendo todo esse cuidado, poderão ser atacados por insetos que irão devorá-los por dentro até destruí-los. Outros não crescerão a contento e acabarão por secar e cair. Porém, a maioria irá se tornar suculenta e vistosa, sendo recolhida para diversos fins... Alguns alimentarão pessoas, outros se transformarão em suco e outros mais em doces e geléias. Dependendo da espécie, poderão se transformar em remédios, que irão aliviar sofrimentos e curar doenças. Mas, não caberá à árvore definir o tipo de cada fruto que ela mesma gerou. Simplesmente porque os frutos não lhe pertencem. Ela os gerou e lhes proporcionou o que melhor lhes poderia dar.. A partir daí, cada fruto seguirá seu próprio caminho. Suas sementes, quem sabe, se tornarão em muitas outras árvores que, da mesma forma, produzirão flores e frutos. E o ciclo de vida prosseguirá sem que nada, nem ninguém, se possa julgar proprietário exclusivo de suas crias. Criamos e entregamos ao mundo, cada um para o seu próprio destino. E, enquanto aqueles frutos seguem o seu destino, a árvore não irá atrofiar nem morrer, porém continuará sua vida, produzindo novas flores, novos e saborosos frutos.
            Curiosamente vamos encontrar, na natureza, algumas árvores que seguram seus frutos mais do que devem. Estes, entretanto, irão definhar e secar, não servindo para nada.
            Aprendendo com a natureza, percebendo a lição das árvores,  também nós deveremos acolher as pessoas que nos forem dadas, os bens materiais,  os cargos e os títulos que conquistamos.  Mas o faremos com amor e respeito, enquanto os pudermos ter.Depois, sem eles, nossa vida continuará a ter o mesmo sentido de sempre... Pois o sentido da vida, reafirmamos, está em nós mesmos e não nos outros, nem nas coisas que eventualmente produzirmos ou temporariamente possuirmos.
Extraído do livro “Convivendo com Perdas & Ganhos” de autoria do Sr.Evaldo Alves D’Assumpção, PGS. 22,23 E 24.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

UMA EXPERIÊNCIA VALIOSA


            Valiosa experiência tem sido para mim a freqüência às reuniões dos  Amigos Solidários na Dor do Luto. Num momento em que o grupo vê o seu exemplo seguido por pessoas de outras cidades,  abala-se de Curitiba em  caravana até o Rio de Janeiro, prestigiando um grupo que, nos mesmos moldes lá se formou, percebo que o trabalho, pela repercussão alcançada amplia sua dimensão. É hora então de recapitular  a  fase de minha vida em que, conhecendo já a Zelinda, tendo-a na conta de uma dileta amiga, tomei conhecimento por ela mesma do trabalho que realizava junto ao grupo como coordenadora. Parcialmente desembaraçado das atividades assistenciais que me prendiam a Morretes, e após algumas visitas às reuniões, senti-me atraído pelo trabalho do grupo e, em breve tempo passei  a contar com uma companheira muito querida e por um respeitável rol de novos amigos.
            Assim vem sendo escrita a nossa história, minha e da Zelinda. Ambos livres de  compromissos de ligações conjugais anteriores, mas possuindo família, tanto de origem como  de descendência, temos nos filhos,  netos  e parentes as ligações familiares que tão importantes  são   na vida de cada um.  Juntando nossos esforços,  Zelinda dando continuidade ao seu trabalho de coordenação tendo a mim como colaborador que, paralelamente desenvolvo atividades de natureza doutrinária e assistencial, pesquisando e escrevendo, vamos cumprindo uma  etapa nova e importantíssima em nossas vidas. Só tenho a agradecer ao grupo pela oportunidade que me dá de conviver, trabalhar e colher novas e preciosas experiências bem como parabenizar aos (às) participantes que, tendo já  asserenado  a dor da perda, continuam no grupo dando sustentação a companheiros(as)  mais novos(as), ainda na fase inicial e mais difícil.
            Um grande abraço a todos.
           José Daher.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A Lição da Borboleta




Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. 

Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. 
A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. 

O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. 

Nada aconteceu! 
Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. 

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. 

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. 

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. 

Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte. 
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver. 
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar. 

Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar. 
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar. 
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades. 
Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava." 

Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los.


terça-feira, 12 de julho de 2011

O Propósito da Vida


Todos nós nos perguntamos, em certo ponto, por que fomos postos no mundo e qual é o propósito da vida. É claro que existem várias visões sobre este assunto e vamos citar apenas três possibilidades. 

A primeira é a visão humanista, que afirma que você deve fazer todo o possível para atingir seu pleno potencial, que deve lutar para ser o melhor que puder. 

Em segundo lugar, os fundamentalistas afirmam que o propósito e a razão supremos do Homem, para viver, é glorificar seu Criador. 

A terceira, como ensinaram e demonstraram, com seus exemplos, muitos grandes líderes através da história, é servir seus semelhantes. Jesus de Nazaré, Buda, Maomé, Madre Teresa e Albert Schweitzer são exemplos de pessoas que dedicaram suas vidas ao serviço dos outros. 

Qualquer que seja a visão da sua preferência, existe muita sinergia e consistência em todas essas abordagens. Pode-se argumentar que servir os outros é o maior desafio aos talentos e habilidades individuais. Também é útil glorificar nosso Criador trabalhando com as pessoas e ajudando-as a sair da pobreza, do desespero e das fraquezas humanas tão comuns no mundo de hoje. 

Quer você acredite que seu propósito na vida é atingir seu pleno potencial, glorificar nosso Criador ou servir aos outros, ele somente poderá ser alcançado através de sacrifício pessoal, esforço persistente e relações cooperativas com os outros. Você precisa encontrar alguma coisa maior e mais nobre que você, uma causa que agite suas emoções como nenhuma outra. Cada um de nós deve lutar para tornar este mundo um lugar melhor que aquele que encontramos. 
E cada um de nós deve decidir que contribuições podemos fazer. 

(do livro Pense como um Vencedor, do dr. Walter Doyle Staples, Editora Pioneira, 1995) 

domingo, 10 de julho de 2011

Oração


"Oração é um impulso do coração, um simples olhar dirigido para o céu, um grito de agradecimento e de amor, 
tanto do meio do sofrimento como do meio da alegria. 
Em uma palavra, é algo grande, algo sobrenatural que me dilata a alma e me une a Deus."


quinta-feira, 7 de julho de 2011



AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO
     Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, lhes foi pedido que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, prevaleceram os votos:
                  
1) O Taj Mahal  
2) A Muralha da China  
3) O Canal do Panamá      
4) As Pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon          
6) O Empire State Building        
7) A Basílica de São Pedro
  
      Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina ainda não tinha virado sua folha. O professor, então, perguntou à ela se tinha problemas com sua lista.

      Meio encabulada, a menina respondeu: 
— Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitas as maravilhas.
   
      O professor disse: — 
Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.

     A menina hesitou um pouco, então leu: — 
Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

1 — VER   
2 — 
OUVIR   
3 — 
TOCAR     
4 — 
PROVAR      
5 — 
SENTIR
6 — 
PENSAR    
7 — 
COMPREENDER