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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Festa do Dia da criança em Canhembora


Olá meus amigos e amigas:
Fizemos uma festa linda para as crianças da Escola Rural do Canhembora em Morretes.
Estou compartilhando com vcs esses momentos de pura alegria e muito amor com essas crianças.
Agradeço a Fatima e suas amigas que colaboraram com os kits de guloseimas, Veronica que fez os Peixes e as varas para a pescaria, as minhas amigas do coraçâo, e a turma do Grupo ASDL , a dedicada professora Anecy
e a Odete a sua colaboradora e merendeira, só assim pudemos unidas proporcionar esse dia recebendo mais do que ofertamos.
Um final feliz de semana para todos.
 Zelinda e os parceiros do Grupo ASDL























sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A passagem



A vida é uma passagem, e nela consiste abrir a porta que nos leva pelo caminho da felicidade e fazer algo bom é escolha que encontra-se em nossas mãos.
Não podemos ficar imerso no mundo escuro, quando se acha que tudo está errado.
Atreva-se a se perguntar: “Eu sou feliz?”
Se a resposta for negativa, pergunte-se: “O que me impede de ser feliz?”
Seria o medo de ser feliz algo que paralisa?
Seria o medo de sair do que é cômodo e confortável?
Seria o medo de se lançar na vida, correr riscos ou até mesmo de errar?
A sensação do medo nos escraviza e nos cega em mundo quadrado.
O medo quando não relativizado passa a ser subjetivo.
Adquirido na alma, o medo fica como característica própria do ser que se envolve no processo de ser pessoa.
Como uma criança em um quarto escuro, ficamos assustados tateando toda a volta para entender o que se passa.
E no movimento mais brusco encontramos algo que nos parece um monstro, estamos no escuro e não dominamos o medo de viver.
Falta a coragem e não sabemos onde resgatá-la quando tudo é breu.
Assim nos afeiçoamos ao tal monstrinho medo e como se fosse um pequeno animal de estimação, vamos alimentando e nos apegando.
Mas esse alimento é diferente.
Um dia uma porção da própria insuficiência, outro dia uma porção de auto piedade, um pouco de insegurança e assim o monstro sem ser domado, vai se alimentando daquilo que não é real.
Colocamos nossas vidas no escuro, e nem sabemos com o que estamos nos relacionando, isso porque temos medo de abrir os olhos, temos medo de abrir a porta que nos leva a outro local.
Na verdade temos medo de outro local.
A proposta após a passagem pela porta é fazer da vida algo sólido com atitudes dignas de quem sabe que há um sonho para ser alcançado.
Para ser feliz é necessária uma sensibilidade em consonância à realidade, entender de fato a vida e enfrentar suas demandas.
Nada nos faz desistir quando somos solidários ao sonho almejado. Nada é problema quando o sonho é maior.
Jesus em uma de Suas nobres frases ensina-nos que o medo é o verdadeiro oposto da fé.
O Senhor encontra-se à porta, esperando uma vontade concreta de passar por ela.
E Ele te levará às oportunidades de sonhar, após a tua passagem pela porta da fé.
Eliete Gomes

domingo, 14 de outubro de 2012


É COM PESAR QUE ANUNCIAMOS O FALECIMENTO DA JOVEM ANA FLÁVIA CAMARA ANGELOZI. AOS 17 ANOS DE IDADE, FILHA DO CASAL LUCIENE CAMARA ANGELOZI E NEWTON ANTONIO ANGELOZI. 
ERA SOBRINHA DA NOSSA QUERIDA AMIGA MARFISA CAMARA CAVALCANTI SILVA.
SEU VELÓRIO ESTÁ SENDO REALIZADO NA CAPELA MORTUÁRIA JARDIM DA SAUDADE I LOCALIZADA À RUA JOÃO BETTEGA, 999 - PORTÃO - CURITIBA - PR, ONDE O CORPO TAMBÉM SERÁ SEPULTADO ÀS 11:00 HORAS DO DIA 15 DE OUTUBRO DE 2012.







NOSSOS SENTIMENTOS À FAMÍLIA DE MARFISA POR MAIS ESSA PERDA.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ainda do livro: Dizendo Adeus...



Epílogo

Conta-se que um rio nasceu no alto de uma enorme montanha
e iniciou a sua jornada.
Foi descendo pela encosta e pouco a pouco foi crescendo,
aumentando-se de volume. Projetou-se numa maravilhosa
cachoeira e atingiu o sopé da montanha.
Foi abrindo passagem entre as árvores e pedras, algumas mais facilmente,
outras com dificuldades.
Admirava-se, ora de sua força, ora de sua habilidade para contornar obstáculos.
E crescia. Passou por planícies e por áreas ressecadas. Umedeceu-as, dando-lhes
condições de acolher as sementes para florescerem e darem frutos.
Matou a sede da terra, de povos, de animais e de pássaros.
Conheceu outras correntes de água e as reuniu em si, tornando-se
maior e mais fecundo. Os peixes multiplicavam-se em suas águas.
Era feliz!
Certo dia porém foi despertado para uma realidade: seu caminho
seguia, inexoravelmente em direção ao mar.
Chegaria o momento em que iria penetrar nele e, assim pensava,
desaparecer para sempre.
Pensou num meio de fugir dessa realidade. Mas não havia como
saltar sobre o mar, nem tão pouco voltar atrás. Os rios não voltam.
Ao fazer uma grande curva, avistou o mar. Era enorme, parecia não
ter fim. Teve medo.
Contudo, percebeu que esse era o seu destino. E, temeroso,
porém confiante, fez a sua última descida.
Entrou no mar.
Descobriu então a grande verdade: entrar no mar não é
desaparecer, e sim tornar-se parte dele.
O pequeno rio tornou-se parte do mar. Junto com tantos outros
rios que haviam chegado de todos os cantos do mundo.
Agora ele ja não era só. Era parte de um todo, onde, de mãos
dadas, todos eram UM.
Desapareceu como rio, renasceu como mar!

Evaldo A. D'Assumpção

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PARA VOCÊ QUE QUER AJUDAR ALGUÉM:



Em primeiro lugar, não queira ajudar. O ajudador é quase sempre um ''chato'' que fica ditando regras, que quase nunca servem para nada! Principalmente quando não tem o devido preparo para isso.
Cuide-se para não ser um ''Salvador''. O ''salvador'' é aquele que sempre tem fórmulas prontas para qualquer dificuldade. Que sempre sabe o que é melhor para os outros.
Curiosamente quase nunca sabe o que é melhor para ele mesmo ...
O ''salvador'' está sempre forçando algum tipo de ajuda. Porque no fundo, o que ele quer mesmo é salvar a si próprio. Ele quer estar bem consigo mesmo, considerando-se um salvador dos outros. Ele quer sentir-se superior e magnânimo. Afinal é ele quem tem as fórmulas certas, ele é quem sabe das coisas...
Lembra-me a história da enfermeira que todas as noites chegava no quarto dos pacientes e, quando os encontrava dormindo, em sono profundo, sacudia-os até despertá-los e dizia: "ACORDA!
Está na hora de você tomar o seu remédio para dormir !"...
Ao invés de salvador; tente ser um ''facilitador" de alguém que facilita à pessoa a encontrar o seu próprio caminho. Alguém que age como uma luz iluminando as estradas e não como um condutor de cegos que os conduz onde quer.
Não tenha receio da intimidade respeitosa. O toque gentil, um abraço afetivo são formas muito positivas de dar ao enlutado o apoio de que necessita.
Ouvir carinhosa e atentamente o que o outro precisa falar, vale muito mais do que discursos recheados de frases bonitas e cheias de efeito.
Tenha paciência, sabendo que o enlutado tem tempos diferentes do seu. Cada pessoa tem o seu próprio tempo. Não apresse o rio. Ele corre sozinho.
Por estar vivendo uma grande dor, o enlutado está confuso, anestesiado, sem capacidade para raciocinar claramente. Não o force a reagir. Aguarde. O tempo é o maior aliado de quem sofre!
Deixe-o expressar livremente as suas emoções e, se necessário, incentive-o a fazê-lo. Apenas zele para que ele não se machuque, nem machuque os outros ao fazê-lo.
Deixe-o falar sem censurá-lo ou repreendê-lo pelo que disser. O que pode parecer absurdo ou tolice para você, para ele, pode ser a maneira mais eficiente para aliviar a dor.
Não julgue nem se deixe levar por preconceitos.
Não tente catequizá-lo nem convencê-lo a acreditar em suas próprias crenças.
Momentos de crise nunca são momentos para se tentar convencer alguém de alguma coisa.
Muito menos de pontos de vista religiosos ou espirituais.
Fazer isso é faltar com o respeito à dor do outro. É ser um verdadeiro contra-testemunho de sua própria fé!
Quem sabe você um dia precisará de uma ajuda igual?

Texto retirado do livro DIZENDO ADEUS de Evaldo A. D'Assumpção