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Feliz Natal

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Mãe, posso dormir na casa da vó hoje?

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Escutei dentro do ônibus hoje de manhã. Quando consegui me virar para ver a criança que me fez voltar ao passado apenas com uma frase, ela já não estava mais ao alcance dos meus olhos.  Viajei longe... Quando foi que o tempo passou e nos fez adultos cheio de prioridades chatas? Lutamos todos os dias por alguma coisa que não sabemos se é o que realmente queremos, quando na verdade, casa de vó é o que todo mundo precisaria pra ser feliz. Casa de vó é onde os ponteiros do relógio tiram férias junto com a gente e passam os minutos sem pressa de chegada. Casa de vó é onde uma simples macarronada e um pão caseiro ganham sabores diferentes, deliciosos. Casa de vó é onde uma inocente tarde pode durar uma eternidade de brincadeiras e fantasias. Casa de vó é onde os armários escondem roupas antigas e ferramentas misteriosas.  Casa de vó é onde as caixas fechadas se tornam baús de tesouros secretos, prontos para serem desvendados. Casa de vó é onde os brinquedos raramente surgem pronto...

LUTO

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Adriana Potexki   Adriana Potexki é terapeuta clínica com atuação e certificação pelo método EMDR (EyeMovement Desensitilizationand Reprocessing) Institute. EMDR significa Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares – uma nova abordagem de psicoterapia, desenvolvida nos Estados Unidos no final dos anos 80 pela psicóloga Francine Shapiro, que permite o reprocessamento de lembranças difíceis e dolorosas por meio da dessensibilização e integração do conteúdo neuronal em diferentes hemisférios cerebrais.    Adriana é autora do livro “A Cura dos Sentimentos – em Mim e no Mundo” e “A Cura dos Sentimentos nos Pequeninos – Papai e mamãe brigaram”, além de apresentadora do programa “Psicologia e Espiritualidade”, da TV Evangelizar É Preciso, da Rede Evangelizar de Comunicação (canal 16 aberto, 23 da Net e 16 da Vivo TV). Atende também ao mercado coorporativo por meio do programa Coaching Clinic, que auxilia empresários e líderes de orga...

19 ANOS DE FUNDAÇÃO DO GRUPO "AMIGOS SOLIDÁRIOS NA DOR DO LUTO”

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O Grupo dos Amigos Solidários na Dor do Luto surgiu no dia 06 de outubro de 1998. Iniciou-se com Rosana Figurelli (natural da Escócia) que perdeu seu filho Carlos, na época com 18 anos. Precisando de apoio foi à procura de trabalho voluntário especializado no luto, pois, sabia que no exterior já existia. Percebendo que não havia nada parecido em Curitiba decidiu fundar o grupo em memória de seu filho e dedicado à Nossa Senhora das Dores a quem é devota. Em meados de 1999 Zelinda de Bona juntamente com uma amiga que também havia perdido um filho e tinham interesse em conhecer o grupo formado por Rosana na Paróquia Bom Jesus dos Perdões, localizada na Praça Rui Barbosa em Curitiba, foram até lá. Como Zelinda havia perdido um neto em 1994 de nome Saulo Malucelli com 14 anos vitimado por um acidente, ela achou que através desse grupo poderia aprender e dar suporte para sua filha Karin e seu genro Narciso que tanto sofriam. E aprender a lidar com tamanha dor que estavam vivenciand...

Lidando com o luto

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Por  Resiliência Humana “A morte como perda nos fala, em primeiro lugar, de um vínculo que se rompe de forma irreversível, sobretudo quando ocorre perda real e concreta. Nesta representação de morte estão envolvidas duas pessoas: uma que é ‘perdida’ e a outra que lamenta esta falta, um pedaço de si que se foi. O outro é em parte internalizado nas memórias e lembranças. A morte como perda evoca sentimentos fortes, pode ser então chamada de ‘morte sentimento’ e é vivida por todos nós. É impossível um ser humano que nunca tenha vivido uma perda. Ela é vivida conscientemente, por isso é, muitas vezes, mais temida do que a própria morte. Como esta última não pode ser vivida concretamente, a única morte é a perda, quer concreta, quer simbólica” (KOVACS, 1992). O medo da morte É interessante avaliar o medo da morte como algo cultural, construído na forma como fomos criados, pois tocamos naquilo que é desconhecido, que um dia viveremos, mas não sabemos quando nem como. Falo ...

10 EXERCÍCIOS PARA MELHORAR A SUA FORÇA DE VONTADE E AUTO-DISCIPLINA

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leia materia na íntegra: aqui Ter força de vontade significa sermos capazes de fazer o que devemos de forma intencional, vencendo as dificuldades e/ou os estados de ânimo. A força de vontade estabelece uma relação muito forte com a  motivação . Motivação, é ter um motivo para a acção, esta acção terá tanto mais ímpeto quanto mais disciplina você tiver.  Juntando os conceitos: a força de vontade utiliza a motivação que temos para a acção, a acção é tanto mais orientada quanto mais disciplina for colocada na persecução do objectivo a alcançar. Não é preciso grande força de vontade para fazer coisas prazerosas como divertir-se ou ficar deitado sem fazer nada. Pois à nascença todo o ser humano traz já no seu repertório uma tendência natural para a adaptação hedónica (adaptação natural a acontecimentos considerados positivos e prazerosos). Por isso a força de vontade pode ser considerada uma virtude preponderante na nossa vida, esta virtude destaca-se porque permite-nos real...

“O panegírico do físico”- um outro olhar sobre a morte

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Muitos perderam pessoas. Há dor, saudade e um momento terrível demais para ser encarado. Palavras parecem falhar. A fé parece desafiar, mas muitos conseguem consolo nela. Mas nem todos são crentes. O que fazer quando a pessoa não crê? Convertê-la não é uma opção.  Nesse caso, que tal optar pela ciência? Sim, a ciência. Há na internet um texto que considero extremamente significativo, chamado “A Physicist Eulogy”, que pode ser traduzido como “O panegírico do físico”. Panegírico é a prédica de um funeral ou velório, em que se fala das qualidades da pessoa que partiu, lembram suas histórias, dão testemunhos sobre sua vida. O texto foi escrito por um jornalista (ateu) chamado Aaron Freeman. Encontrei essa tradução, mas posto uma foto com o texto original abaixo. “Peça a um físico que fale no seu funeral. O físico explicará à sua família a lei da conservação de energia, para assim a sua família perceber que a sua energia não morreu. O físico irá lembrar à sua chorosa mãe que, ...